
Transpetro entra no transporte rodoviário com frota de 33 caminhões-tanque a Diesel R e começa no Sul em 2027
A Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, vai operar pela primeira vez no transporte rodoviário de combustíveis. A empresa investe cerca de R$ 43 milhões em 33 caminhões-tanque que vão rodar com Diesel R, combustível da Petrobras com conteúdo renovável, em parceria com a Budel Transportes. A operação começa em janeiro de 2027 em duas rotas no Sul, Repar ao Tepar, no Paraná, e Refap ao Tenit, no Rio Grande do Sul, com mais de 50 mil toneladas por mês. O contrato atende só à demanda da própria Petrobras.

99Premier: a 99 lança categoria premium para disputar o Uber Black, começa por Recife e exige carro 2022 ou mais novo

Nova Serra das Araras: Dutra recebe mais quatro viadutos, tira nove curvas do caminho e chega a 87% da obra

Hyundai HB20 fica em produção até 2028 e ganha versão de entrada abaixo de R$ 100 mil; o HB20S sai de linha

Reforma tributária e pedágio: ANTT abre consulta sobre como compensar as concessionárias de rodovias em 2027 e 2028

Movida lucra R$ 152,1 milhões no 3º trimestre e bate guidance; o que a prévia diz para quem gere frota

CAOA Chery passa de 400 mil veículos emplacados no Brasil: a trajetória de 2009 até a fábrica de Anápolis
Últimas notícias

Vendas de carros caem 5,7% na primeira quinzena de outubro; por dia útil, o mercado ainda cresce

Lei da Buser: STF adia de novo o julgamento sobre fretamento em Minas, e a regra do circuito fechado segue valendo

KTM inaugura fábrica própria em Manaus, com capacidade para 20 mil motos por ano, e promete ampliar a linha em 2027

Scania traz de volta o motor de 11 litros no G430 e quer vender 3 mil caminhões na Fenatran 2026

Salão de Paris 2026: os carros da França que já têm caminho para o Brasil, do Hyundai Bayon ao Fiat Grizzly

Expo Abla 2026: locadoras se reúnem em 28 e 29 de outubro para discutir crédito, elétricos e reforma tributária

BR-153: ANTT antecipa em até 19 anos duplicação em Tocantins e Goiás e autoriza ponto de parada na BR-040
Radar do mercado

Volvo vai exportar 1.200 caixas I-Shift de Curitiba para a Índia e usar a capacidade parada da fábrica

Produção de motos tem o melhor setembro desde 2011, e a Abraciclo eleva a previsão de vendas para 2,35 milhões

Novas linhas de ônibus interestaduais: ANTT abre lances em 26 de outubro e disputa envolve 5.459 mercados

Lei Seca com drogômetro: o que muda a partir de 17 de outubro e o que a frota precisa fazer
Carros
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Volkswagen ID.4 chega às concessionárias por R$ 299.990 e marca a ofensiva da VW contra os elétricos chineses
O Volkswagen ID.4 começa a ser vendido nas concessionárias da marca em 15 de outubro de 2026, por R$ 299.990, em versão única Pro. É o primeiro carro elétrico da Volkswagen oferecido na rede brasileira; até aqui o modelo só circulava por assinatura. O SUV tem motor traseiro de 286 cv, bateria de 84 kWh e 389 km de autonomia pelo Inmetro. No mesmo movimento, a VW lançou o Tera 200 TSI, com 12 cv a mais, por R$ 134.790 e R$ 147.190, e a Saveiro Robust a etanol, que entra no programa Carro Sustentável e custa R$ 111.490.

Carros mais vendidos em outubro de 2026: Strada abre o mês na frente e o HB20 aparece em segundo
Nos dez primeiros dias de outubro de 2026, o carro mais vendido do Brasil foi a Fiat Strada, com 4.969 emplacamentos, segundo dados parciais da Fenabrave. O Hyundai HB20 ficou em segundo, com 4.341, seguido por Volkswagen Tera (2.861), Volkswagen T-Cross (2.699) e BYD Dolphin Mini (2.651). O elétrico chinês, que foi vice-líder em setembro, caiu para quinto, mas segue como o eletrificado mais emplacado do mês. A lista ainda pode mudar até o dia 31, e o feriado de 12 de outubro tira um dia útil da segunda dezena.

E-Motors vai montar carros elétricos Emova no Espírito Santo a partir de fevereiro de 2027
A E-Motors, importadora e representante da chinesa JMEV no Brasil, vai abrir sua primeira fábrica em Jaguaré, no norte do Espírito Santo, com início previsto para fevereiro de 2027 e investimento inicial de R$ 112 milhões. A unidade vai montar veículos que chegam desmontados da China, a um ritmo de 20 a 30 carros por dia, começando pelo Emova Pop, um compacto elétrico de dois lugares. Depois de um ano, a empresa planeja ampliar a área para cerca de 40 mil m², com investimento de aproximadamente US$ 50 milhões e capacidade de até 100 mil veículos por ano.

Anfavea eleva projeção e Brasil deve vender 3,1 milhões de veículos em 2026, primeira vez desde 2014
A Anfavea revisou para cima as projeções de 2026 e agora espera cerca de 3,1 milhões de veículos emplacados no ano, alta de 15,2% sobre 2025 e o maior volume desde 2014. Em janeiro a previsão era de crescimento de apenas 2,7%. A revisão veio depois de um setembro com 281,4 mil emplacamentos (mais 15,7% sobre setembro de 2025) e 268,3 mil veículos produzidos, o melhor setembro da indústria desde 2014. A produção deve fechar o ano em cerca de 2,82 milhões de unidades, alta de 6,7%. O lado fraco é a exportação, que deve cair 17,7%, sobretudo pela Argentina.
Caminhões
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Sany leva dois caminhões elétricos inéditos à Fenatran 2026 e mira R$ 180 milhões em negócios
A Sany vai apresentar dois caminhões elétricos na Fenatran 2026, de 9 a 13 de novembro, em São Paulo: o cavalo mecânico 636, 4x2 de 42 toneladas para rodovia, e um 4x2 de 18 toneladas configurado para coleta de resíduos. A marca chinesa, que começou a vender caminhões no Brasil em fevereiro, licenciou 32 unidades até setembro, segundo a Fenabrave, e é a terceira em elétricos. A meta na feira é fechar R$ 180 milhões em negócios. A montagem em Campinas (SP) começa pelo SE588 Composite, mas o atraso dos kits empurrou as primeiras entregas nacionais para o fim de fevereiro ou início de março de 2027.

Produção de caminhões sobe 15% em setembro, mas Anfavea prevê queda maior no ano com o fim do Move Brasil
A produção de caminhões no Brasil foi de 11,6 mil unidades em setembro de 2026, alta de 15% sobre setembro de 2025, segundo a Anfavea. O resultado mensal, porém, não muda o ano: de janeiro a setembro foram 92,3 mil caminhões produzidos, queda de 6,4%, e 80,9 mil emplacados, queda de 3,8%. A entidade elevou levemente a projeção de emplacamentos de 2026, para 107 mil (queda de 5,7%), mas cortou a de produção para 115,6 mil (queda de 6,8%) e a de exportação para 22,5 mil (queda de 16,6%). Para o presidente da Anfavea, Igor Calvet, setembro foi provavelmente o último mês de alívio do Move Brasil.

Caminhões mais vendidos em setembro de 2026: Volvo FH 540 lidera e Mercedes-Benz fica com a maior fatia entre as marcas
O caminhão mais vendido do Brasil em setembro de 2026 foi o Volvo FH 540, com 588 emplacamentos, segundo a Fenabrave. Logo atrás vieram o VW Delivery 11.180, com 545, e o Mercedes-Benz Accelo 1117, com 488. No total, o país emplacou 9.834 caminhões no mês. Entre as marcas, a Mercedes-Benz liderou com 28,88% de participação, seguida por VW Caminhões e Ônibus (26,74%) e Volvo (18,66%). O mês cresceu sobre agosto e sobre setembro de 2025, mas o acumulado do ano segue abaixo do de 2025.
Volvo do Brasil: a história da fábrica de Curitiba que fez 500 mil caminhões e ônibus e tem o pesado mais vendido do país
A Volvo chegou a Curitiba em 1977 e começou a operar em 1979, na Cidade Industrial, com a montagem do chassi de ônibus B58; os caminhões vieram em 1980, com o N10. Em dezembro de 2025 a fábrica completou 500 mil veículos produzidos, com cerca de 4.200 funcionários diretos. A Volvo emplacou 20.053 caminhões no Brasil em 2025, e o FH 540 foi o caminhão pesado mais vendido do país pelo sétimo ano consecutivo, com 5.403 unidades. Em fevereiro de 2026 o grupo anunciou R$ 2,5 bilhões para 2026 a 2028, o maior investimento da sua história no Brasil.
Transporte
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Free flow no interior de SP: Monte Alto e Pirangi trocam a praça de pedágio por pórtico em 1º de novembro
A partir de 1º de novembro de 2026, as praças de pedágio da SP-351 (km 184, Pirangi) e da SP-323 (km 19, Monte Alto) deixam de ter cabine e passam a cobrar pelo free flow, chamado em São Paulo de Siga Fácil. A praça da SP-326 (km 407, Colina) muda em 1º de dezembro. Segundo a Ecovias Noroeste Paulista, as tarifas não mudam e não há novo ponto de cobrança. Carro de passeio com tag tem 5% de desconto e desconto progressivo para uso frequente; quem passa sem tag tem 30 dias para pagar pelos canais da concessionária, sob risco de autuação por evasão de pedágio.

ANTT garante trilhos para a Arauco levar celulose de Inocência (MS) ao Porto de Santos
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) registrou a Arauco Celulose do Brasil como usuária dependente do transporte ferroviário de cargas nas malhas Norte e Paulista da Rumo, para levar a celulose da futura fábrica de Inocência (MS) até um terminal privado na Alemoa, no Porto de Santos (SP). O ato, assinado em 17 de setembro e publicado no Diário Oficial da União em 7 de outubro de 2026, impede que a concessionária reduza ou interrompa esse atendimento sem autorização da agência. A fábrica do Projeto Sucuriú deve produzir cerca de 3,5 milhões de toneladas por ano, quase tudo para exportação, e o ramal ferroviário da empresa deve entrar em operação em 2027.

Piso do frete: transportadoras derrubam na Justiça a suspensão do RNTRC imposta pela ANTT
Em setembro de 2026, a ANTT passou a suspender por 5 a 30 dias o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) de empresas com mais de quatro autuações por frete abaixo do piso em seis meses. Ao menos quatro transportadoras atingidas, Motz, G10 Transportes, Transvale e VBR Logística, obtiveram liminares na Justiça Federal e seguem operando. Os argumentos aceitos incluem a troca da MP 1.343 pela Lei 15.485/2026 e o uso de infrações anteriores à lei para caracterizar reincidência. A fiscalização eletrônica pelo CIOT continua valendo.

Restrição de caminhões nas eleições: PRF proíbe carga acima do limite nas BRs de pista simples das 7h às 18h no domingo
No domingo de eleição, 4 de outubro de 2026, a Polícia Rodoviária Federal proíbe das 7h às 18h a circulação de combinações de veículos de carga que passem de 2,60 m de largura, 4,40 m de altura, 19,80 m de comprimento ou 58,5 toneladas de peso bruto nos trechos de pista simples das rodovias federais. A restrição se repete em 25 de outubro, data do segundo turno, e alcança até quem tem Autorização Especial de Trânsito. Quem desrespeitar comete infração média: multa de R$ 130,16, 4 pontos na CNH e veículo retido até o fim do horário.
Mobilidade
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Bicicleta elétrica e patinete em São Paulo: fiscalização começou e a multa de R$ 130,16 vai para o CPF
Desde 13 de outubro de 2026, a CET, com apoio da Guarda Civil Metropolitana, fiscaliza em São Paulo as regras para bicicletas elétricas e patinetes. A multa, de R$ 130,16 (infração média do artigo 255 do Código de Trânsito), é vinculada ao CPF do condutor e vale para quem anda na calçada onde a bicicleta não é permitida ou circula de forma agressiva. O limite é de 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas na pista e de 6 km/h em espaços divididos com pedestres. Patinete não pode andar na calçada.

Aplicativo de transporte já faz parte da rotina de 76% dos paulistas, mostra pesquisa do Seade
Segundo a pesquisa "Mobilidade da população e transporte de passageiros por aplicativos", da Fundação Seade, 76% dos moradores adultos do Estado de São Paulo usam aplicativos de transporte: 26% com frequência e 50% de vez em quando. O transporte público aparece na rotina de 57%. Para 77% dos entrevistados, o aplicativo ajuda quando o coletivo demora ou é difícil de usar; entre os usuários de ônibus, trem e metrô, a concordância sobe para 80%. Os números são de hábito declarado e não medem quantas viagens migraram do coletivo para as plataformas.

Ônibus elétricos em São Paulo passam de 2 mil, mas a cidade ainda não alcançou a meta que era para 2024
A frota de ônibus elétricos de São Paulo chegou a 2.009 veículos em 30 de setembro de 2026, sendo 1.821 ônibus a bateria e 188 trólebus, depois da entrega de 250 unidades financiadas pelo BNDES por R$ 547,7 milhões. É a maior frota elétrica do Brasil e a segunda da América Latina. Mesmo assim, a cidade segue abaixo da meta de 2.600 elétricos, 20% da frota municipal, que deveria ter sido cumprida em 2024, quando só havia 502. Cada ônibus elétrico gasta cerca de R$ 5 mil por mês em energia, contra R$ 25 mil em diesel.

Move Brasil: teto de R$ 200 mil põe 88% dos carros novos ao alcance de taxistas e motoristas de aplicativo
O Move Brasil, linha de crédito federal para taxistas e motoristas de aplicativo comprarem carro novo, passou a aceitar veículos de até R$ 200 mil, contra R$ 150 mil antes. A lista atualizada em setembro de 2026 reúne mais de 200 combinações de modelo, versão e motorização de 16 marcas, o que cobre cerca de 88% dos emplacamentos. O prazo chega a 84 meses, com até seis meses de carência e juros de 0,99% ao mês para homens e 0,91% para mulheres. A Lei 15.503, de 14 de setembro, tornou o programa permanente.
Tecnologia
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Venda de carros eletrificados cresce 126% até setembro e já é 20% do mercado, diz Anfavea
Os carros eletrificados somaram 434 mil emplacamentos no Brasil de janeiro a setembro de 2026, alta de 126,2% sobre os 192 mil do mesmo período de 2025, segundo a Anfavea. Com isso, a participação de elétricos e híbridos no mercado de leves passou de 10,6% para 20,1%. Os 100% elétricos (BEV) foram 167 mil, alta de 206%; os híbridos plug-in (PHEV), 137 mil; e os híbridos convencionais (HEV), 130 mil. Do total, 262 mil foram importados, 72 mil fabricados no país e 100 mil montados a partir de kits CKD e SKD, modelo que a Anfavea critica por gerar menos emprego e usar menos autopeças nacionais.

Corolla Cross XRV Hybrid: Toyota cria híbrido flex de entrada por R$ 213.990 e mira os SUVs chineses
A Toyota lançou em 2 de outubro de 2026 a versão XRV Hybrid do Corolla Cross, que passa a ser a porta de entrada do SUV com motorização híbrida, por R$ 213.990. Ela usa o mesmo sistema da XRX Hybrid: motor 1.8 flex de ciclo Atkinson, com até 101 cv no etanol e 98 cv na gasolina, e dois motores elétricos de 72 cv. É um híbrido pleno autorrecarregável, que não precisa de tomada. O pacote de equipamentos parte da XRE a combustão, com Toyota Safety Sense, sete airbags e central de 10,1 polegadas. As primeiras unidades chegam às concessionárias na segunda quinzena de outubro.

Reciclabilidade veicular: a partir de 2027, carro novo terá de ser 80% reciclável no Brasil
A partir de 1º de janeiro de 2027, todo automóvel e comercial leve (categorias M1 e N1) vendido no Brasil terá de ser construído para que no mínimo 80% da sua massa seja reutilizável ou reciclável e 85% seja reutilizável ou recuperável, pela metodologia ISO 22628. A exigência está no Anexo III do Decreto 12.435/2025, que regulamenta o Programa Mover, e a régua sobe para 85% e 95% em projetos novos lançados a partir de 2027 e para toda a frota nova a partir de 2030. Sem o laudo de reciclabilidade, o fabricante não obtém o código de marca, modelo e versão no Renavam.

Manutenção de elétrico e de combustão: três revisões contra seis, e o que o elétrico cobra de volta no pneu
Até 60.000 quilômetros, um elétrico faz três revisões e gasta entre R$ 1.310 e R$ 2.898, conforme a marca. Um hatch popular a combustão faz seis revisões no mesmo percurso e gasta entre R$ 4.692 e R$ 4.939,43. A diferença vem do intervalo: 20.000 quilômetros no elétrico contra 10.000 no combustão. Em compensação, estudo da JD Power aponta desgaste de pneu até 30% maior nos elétricos, por causa do peso da bateria e do torque imediato.
Frotas
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Telemetria com IA: o que a nova plataforma da Bosch mostra sobre o desperdício de diesel nas frotas
A Bosch lançou no Brasil uma nova versão da sua Plataforma de Telemetria, que reúne consumo, rotas, motoristas, manutenção e custos num só painel e inclui o Consultor de Telemetria, assistente virtual que gera nota de desempenho, resumo executivo, ranking de veículos e lista de ações prioritárias. O sistema mede rendimento em km/l, tempo parado com motor ligado, uso de inércia, frenagens e acelerações bruscas. A novidade chega num momento em que o diesel subiu de 10% a 15% em um ano; numa carreta que roda 10 mil km por mês, a alta pode representar mais de R$ 4 mil por mês só em combustível, segundo simulação da própria Bosch.

Venda direta volta a crescer em setembro e fica com 48,5% dos carros novos; BYD multiplica por cinco o canal corporativo
A venda direta, canal usado por locadoras, frotistas, órgãos públicos e compradores com isenção, respondeu por 48,5% dos emplacamentos de carros e comerciais leves em setembro de 2026, segundo a Bright Consulting. O canal cresceu 6,1% sobre agosto, enquanto o varejo de showroom caiu 2,4%. No acumulado do ano, porém, o showroom cresce mais (23,4% contra 14,1%), e a fatia da venda direta caiu de 50,4% para 48,4%. A BYD foi o destaque: vendeu 7.263 unidades no canal direto em setembro, contra 1.253 um ano antes.

Transpetro entra no transporte rodoviário com frota de 33 caminhões-tanque a Diesel R e começa no Sul em 2027
A Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, vai operar pela primeira vez no transporte rodoviário de combustíveis. A empresa investe cerca de R$ 43 milhões em 33 caminhões-tanque que vão rodar com Diesel R, combustível da Petrobras com conteúdo renovável, em parceria com a Budel Transportes. A operação começa em janeiro de 2027 em duas rotas no Sul, Repar ao Tepar, no Paraná, e Refap ao Tenit, no Rio Grande do Sul, com mais de 50 mil toneladas por mês. O contrato atende só à demanda da própria Petrobras.

Movida lucra R$ 152,1 milhões no 3º trimestre e bate guidance; o que a prévia diz para quem gere frota
A Movida divulgou em 13 de outubro de 2026 uma prévia não auditada do terceiro trimestre com lucro líquido de cerca de R$ 152,1 milhões, alta de 117% sobre o mesmo período de 2025 e acima do guidance de R$ 130 milhões a R$ 150 milhões. A receita bruta de locação foi recorde, de R$ 2,7 bilhões (mais 19%), o Ebitda chegou a R$ 1,8 bilhão (mais 21%) e a empresa vendeu cerca de 20,1 mil seminovos no trimestre. O resultado completo será publicado em 11 de novembro.
Empresas
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Scania no Brasil: a história da fábrica de São Bernardo, a primeira da marca fora da Suécia
A Scania está no Brasil desde 2 de julho de 1957, quando foi constituída a Scania-Vabis do Brasil, e em 8 de dezembro de 1962 inaugurou em São Bernardo do Campo (SP) sua primeira fábrica fora da Suécia. O complexo de 427 mil m² reúne nove fábricas, tem capacidade para 30 mil veículos por ano e passou de 500 mil caminhões produzidos em 2024. A marca investe R$ 2 bilhões entre 2025 e 2028, vende caminhões a gás e biometano desde 2019 e começou em 2026 a entregar caminhões elétricos no país.

HPE Automotores: a história da fábrica de Catalão que fez 800 mil Mitsubishi e Suzuki e agora vai montar carros da GAC
A HPE Automotores é a empresa brasileira, do grupo de Eduardo Souza Ramos, que representa a Mitsubishi no país desde o início dos anos 1990 e fabrica veículos em Catalão (GO) desde setembro de 1998, quando inaugurou a primeira montadora de Goiás com a picape L200. Da fábrica já saíram cerca de 800 mil veículos Mitsubishi e Suzuki. Em março de 2026, a HPE fechou acordo para produzir carros da chinesa GAC, com meta de 50 mil unidades por ano; o primeiro modelo, 100% elétrico, deve entrar em pré-série entre o fim de 2026 e janeiro de 2027.

DAF Caminhões no Brasil: a história da marca holandesa que em 13 anos de Ponta Grossa passou de 55 mil caminhões vendidos
A DAF Caminhões é uma fabricante holandesa fundada em 1928 em Eindhoven e controlada desde 1996 pela americana PACCAR, dona também da Kenworth e da Peterbilt. No Brasil, produz desde 2013 em Ponta Grossa (PR), onde monta os extrapesados XF e CF e os motores PACCAR MX. A operação passou de 55 mil caminhões vendidos no país, bateu recorde de 10.600 unidades produzidas em 2024 e chegou a 9,9% do segmento acima de 16 toneladas naquele ano. O plano em curso prevê R$ 950 milhões até 2029 para ampliar a fábrica e lançar um novo modelo.

CAOA Chery passa de 400 mil veículos emplacados no Brasil: a trajetória de 2009 até a fábrica de Anápolis
A CAOA Chery informou em 16 de outubro de 2026 que superou 400 mil veículos emplacados no Brasil, somando a operação iniciada pela Chery em 2009 e a fase da sociedade com o Grupo CAOA, formada em novembro de 2017. De janeiro a setembro de 2026, a marca emplacou mais de 66 mil unidades. A produção nacional fica em Anápolis (GO), onde são montados Tiggo 5X, Tiggo 7, Tiggo 8 e Arrizo 6, dentro de um plano de R$ 8 bilhões para o complexo, com R$ 3 bilhões já investidos.
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