Feira dos Cegonheiros 2026 abre em São Bernardo com R$ 660 milhões em negócios previstos
A 26ª Expo de Transportes vai de 24 a 26 de setembro no Pavilhão Vera Cruz, com entrada por 1 kg de alimento, expectativa de 96 mil visitantes e as principais marcas de caminhão; entenda o setor que leva o carro novo da fábrica à concessionária

O que você precisa saber
- A 26ª Expo de Transportes, a Feira dos Cegonheiros, vai de 24 a 26 de setembro de 2026
- O local é o Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP)
- A entrada custa 1 kg de alimento não perecível
- A organização espera 96 mil visitantes e R$ 660 milhões em negócios, 10% acima da edição anterior
- O evento é organizado pelo Sinaceg, o Sindicato Nacional dos Cegonheiros, com a Conexão Eventos
- DAF, Iveco, Mercedes-Benz, Scania e Volvo participam por meio de concessionárias, e a Volkswagen Caminhões tem presença própria
- Transportadoras de veículos como Tegma e Transauto, além de empresas de pneus, rastreamento, crédito e seguros, estão entre os expositores
- A programação inclui serviços gratuitos de saúde, praça de alimentação e área infantil
Começou nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, a 26ª Expo de Transportes, conhecida no setor como Feira dos Cegonheiros. O evento vai até o dia 26, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP).
A organização projeta R$ 660 milhões em negócios, 10% acima da edição anterior, e 96 mil visitantes. A entrada é 1 kg de alimento não perecível.
O serviço
| Item | Informação | | --- | --- | | Evento | 26ª Expo de Transportes (Feira dos Cegonheiros) | | Datas | 24 a 26 de setembro de 2026 | | Local | Pavilhão Vera Cruz, São Bernardo do Campo (SP) | | Entrada | 1 kg de alimento não perecível | | Organização | Sinaceg e Conexão Eventos | | Público esperado | 96 mil visitantes | | Negócios previstos | R$ 660 milhões |
Quem é o cegonheiro
O cegonheiro é quem opera o caminhão-cegonha, a carreta de dois andares que leva o carro zero quilômetro da fábrica ou do porto até a concessionária. É por ela que passa a maior parte dos carros novos antes de chegar ao pátio da loja.
O setor tem sindicato próprio, o Sinaceg, que organiza a feira com a Conexão Eventos. E tem um termômetro claro: o volume de trabalho acompanha o ritmo da produção e dos emplacamentos. Quando as montadoras aceleram, como mostrou o crescimento da produção de veículos, a cegonha roda mais. Quando o mercado trava, ela para no pátio.
Por isso a feira acontece num momento favorável. O parcial de setembro projeta fechamento acima de 230 mil veículos, e a entrada de importados, que já são um quinto do mercado, aumenta o fluxo entre portos e concessionárias.
Quem está na feira
Entre as marcas de caminhão, DAF, Iveco, Mercedes-Benz, Scania e Volvo participam por meio de concessionárias da região, e a Volkswagen Caminhões tem presença própria.
A lista de expositores inclui transportadoras de veículos como Tegma, Transauto, Transmoreno, Grupo Sada, Autoport e Grupo Vigoritto, além de fornecedores de pneus, rastreamento, cintas e catracas para amarração, cooperativas de crédito e corretoras de seguro. A CAOA Changan, que começou a produzir o CS55 em Anápolis, também está na feira.
Os temas da edição são segurança ativa, conectividade, eficiência energética, gestão de frota, telemetria, rastreamento, manutenção, crédito e seguro. É a pauta do dia a dia de quem vive de frete, como mostram as matérias sobre telemetria além do rastreamento e sobre os seguros obrigatórios da carga.
O que o transportador vai buscar
Três assuntos devem dominar as conversas no pavilhão.
Custo. O diesel subiu em setembro e o frete segue abaixo do custo em boa parte das operações. Condição de compra e prazo de pagamento pesam mais do que a ficha técnica.
Renovação. Trocar cavalo mecânico e carreta depende de crédito. Com juro alto e o consórcio de pesados em queda, a feira é o lugar onde bancos, cooperativas e montadoras tentam destravar a compra.
Regras. A cobrança eletrônica de pedágio no free flow e a fiscalização eletrônica da ANTT mudam a rotina de quem roda carregado, e o motorista quer entender o que vale a partir de quando.
Além dos negócios
A feira mantém o perfil de evento para a família do caminhoneiro, com praça de alimentação, música e área infantil. Há também serviços gratuitos de saúde, como aferição de pressão e teste de glicemia, em parceria com o Conectando Saúde. Os alimentos arrecadados na entrada vão para doação.
Para quem acompanha o transporte de veículos, os três dias em São Bernardo são uma amostra do humor do setor antes da Fenatran, em novembro.
Perguntas frequentes
Quando é a Feira dos Cegonheiros 2026?
De 24 a 26 de setembro de 2026, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP). É a 26ª edição da Expo de Transportes.
Quanto custa a entrada na Feira dos Cegonheiros?
A entrada é 1 kg de alimento não perecível por visitante.
Quanto a Feira dos Cegonheiros deve movimentar?
A organização projeta R$ 660 milhões em negócios nos três dias, 10% acima da edição anterior, e 96 mil visitantes.
O que é um cegonheiro?
É o motorista ou transportador que opera o caminhão-cegonha, o veículo de dois andares usado para levar carros novos das fábricas e portos até as concessionárias.
Quem organiza a Feira dos Cegonheiros?
O Sinaceg, Sindicato Nacional dos Cegonheiros, em parceria com a Conexão Eventos.
Quais marcas de caminhão estão na Feira dos Cegonheiros?
DAF, Iveco, Mercedes-Benz, Scania e Volvo, por meio de concessionárias, e a Volkswagen Caminhões. Também expõem transportadoras de veículos, empresas de pneus, rastreamento, crédito e seguros.
Por que a feira é em São Bernardo do Campo?
O ABC paulista reúne fábricas de veículos desde os anos 1950, o que faz da região um polo do transporte de veículos novos.
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