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Resultados para "investimento"

KTM inaugura fábrica própria em Manaus, com capacidade para 20 mil motos por ano, e promete ampliar a linha em 2027
A KTM inaugurou sua própria fábrica no Polo Industrial de Manaus, com investimento de R$ 20 milhões, 4 mil m², cerca de 100 funcionários e capacidade para até 20 mil motos por ano. A unidade trabalha em regime CKD, substitui a montagem feita com a Dafra desde 2016 e começa com dez modelos KTM e Husqvarna, entre eles as 390 Adventure R (R$ 37.990) e X (R$ 33.990). A meta é produzir 3 mil motos até o fim de 2026 e 6 mil em 2027.

Volvo vai exportar 1.200 caixas I-Shift de Curitiba para a Índia e usar a capacidade parada da fábrica
A Volvo vai exportar 1.200 transmissões automatizadas I-Shift da fábrica de Curitiba (PR) para a unidade do grupo em Pithampur, na Índia, com embarques que começam agora e seguem até 2027. Segundo a empresa, o contrato aproveita a capacidade instalada da linha brasileira num ano de mercado de caminhões mais fraco. A I-Shift é produzida em Curitiba desde 2011, com mais de 250 mil unidades fabricadas, e a exportação faz parte do ciclo de investimento de R$ 2,5 bilhões da Volvo no Brasil entre 2026 e 2028.

E-Motors vai montar carros elétricos Emova no Espírito Santo a partir de fevereiro de 2027
A E-Motors, importadora e representante da chinesa JMEV no Brasil, vai abrir sua primeira fábrica em Jaguaré, no norte do Espírito Santo, com início previsto para fevereiro de 2027 e investimento inicial de R$ 112 milhões. A unidade vai montar veículos que chegam desmontados da China, a um ritmo de 20 a 30 carros por dia, começando pelo Emova Pop, um compacto elétrico de dois lugares. Depois de um ano, a empresa planeja ampliar a área para cerca de 40 mil m², com investimento de aproximadamente US$ 50 milhões e capacidade de até 100 mil veículos por ano.
Volvo do Brasil: a história da fábrica de Curitiba que fez 500 mil caminhões e ônibus e tem o pesado mais vendido do país
A Volvo chegou a Curitiba em 1977 e começou a operar em 1979, na Cidade Industrial, com a montagem do chassi de ônibus B58; os caminhões vieram em 1980, com o N10. Em dezembro de 2025 a fábrica completou 500 mil veículos produzidos, com cerca de 4.200 funcionários diretos. A Volvo emplacou 20.053 caminhões no Brasil em 2025, e o FH 540 foi o caminhão pesado mais vendido do país pelo sétimo ano consecutivo, com 5.403 unidades. Em fevereiro de 2026 o grupo anunciou R$ 2,5 bilhões para 2026 a 2028, o maior investimento da sua história no Brasil.

Scania no Brasil: a história da fábrica de São Bernardo, a primeira da marca fora da Suécia
A Scania está no Brasil desde 2 de julho de 1957, quando foi constituída a Scania-Vabis do Brasil, e em 8 de dezembro de 1962 inaugurou em São Bernardo do Campo (SP) sua primeira fábrica fora da Suécia. O complexo de 427 mil m² reúne nove fábricas, tem capacidade para 30 mil veículos por ano e passou de 500 mil caminhões produzidos em 2024. A marca investe R$ 2 bilhões entre 2025 e 2028, vende caminhões a gás e biometano desde 2019 e começou em 2026 a entregar caminhões elétricos no país.

Transportadora compra 251 caminhões elétricos e põe o grão do Mato Grosso à prova
A transportadora Navarini fechou a compra de 251 cavalos mecânicos elétricos XCMG E7-95T, investimento estimado em cerca de R$ 500 milhões, com valor médio em torno de R$ 1,99 milhão por unidade. Os veículos vão operar a rota de Confresa, no Mato Grosso, a Barcarena, no Pará, no transporte de grãos. A empresa já abriu vagas de motorista carreteiro para a nova frota. Os modelos têm PBT de 74 toneladas e capacidade máxima de tração de 120 toneladas.

GWM: a fabricante de picapes chinesa que comprou a fábrica da Mercedes e agora vai para o Espírito Santo
A GWM, sigla de Great Wall Motor, nasceu em 1976 como uma oficina de reparos em Baoding, na China, e se tornou fabricante em 1984. No Brasil, comprou em 2021 a fábrica que a Mercedes-Benz desativou em Iracemápolis, no interior de São Paulo, inaugurou a produção em agosto de 2025 e anunciou R$ 10 bilhões de investimento entre 2022 e 2032. Em 2026 a marca cresceu 99,7% até agosto e confirmou uma segunda fábrica em Aracruz, no Espírito Santo.

Lançamentos 2027: o que mudou no calendário nas duas últimas semanas de setembro
Entre 13 e 28 de setembro de 2026, a Renault Geely do Brasil confirmou dois modelos Renault inéditos sobre plataforma Geely GEA, ambos fabricados em São José dos Pinhais antes de dezembro de 2027, e elevou o investimento no Paraná a R$ 5,8 bilhões. A Hyundai confirmou o nome Bayon para o SUV compacto nacional, previsto para o primeiro trimestre de 2027. E o mapa das picapes brasileiras foi redesenhado, com Saveiro, Oroch e Frontier saindo e Tukan, Niagara, Amarok, nova Frontier e Hilux entrando.

Renault: 128 anos, um complexo em Curitiba e uma sócia chinesa dentro de casa
A Renault vendeu seu primeiro carro em dezembro de 1898 e foi constituída em fevereiro de 1899 pelos irmãos Renault, na França. No Brasil, inaugurou o Complexo Ayrton Senna em São José dos Pinhais, no Paraná, em dezembro de 1998. Em 18 de novembro de 2025 a chinesa Geely comprou 26,4% da operação brasileira, que passou a se chamar Renault Geely do Brasil, e o investimento acumulado no ciclo atual chegou a R$ 5,8 bilhões. Em 2026 a marca emplacou 84.513 unidades até agosto, com 4,6% de participação e sétimo lugar.

Nissan: a montadora que fechou sete fábricas no mundo e escolheu manter Resende
A Nissan nasceu em dezembro de 1933, em Yokohama, adotando o nome atual em junho de 1934. No Brasil, inaugurou o Complexo Industrial de Resende, no Rio de Janeiro, em abril de 2014, com investimento de R$ 2,6 bilhões, e atingiu 800 mil veículos produzidos em setembro de 2026. A marca emplacou 49.925 unidades de janeiro a agosto de 2026, 2,64% de participação e décima segunda posição, dentro de uma crise global que levou a empresa a um prejuízo de 533,1 bilhões de ienes no ano fiscal encerrado em março de 2026.

Toyota do Brasil: a montadora fechou duas fábricas históricas e apostou R$ 11,5 bilhões em híbrido flex
A Toyota reorganizou toda a sua operação brasileira em três anos: fechou a primeira fábrica que teve fora do Japão, encerrou Indaiatuba, concentrou a montagem em Sorocaba e reconstruiu a planta de motores de Porto Feliz. Este perfil reúne a história, as fábricas, os números do investimento de R$ 11,5 bilhões até 2030 e explica a aposta no motor híbrido flex, feito no Brasil para o Brasil e para exportar.

Volkswagen do Brasil: o perfil da montadora que põe R$ 16 bilhões para se reinventar em São Paulo e no Paraná
A Volkswagen chegou ao Brasil em 1953, montou em São Bernardo do Campo a Anchieta, que já produziu mais de 15 milhões de veículos, e abriu em 1965 o primeiro centro de desenvolvimento de veículos fora da Alemanha. Este perfil reúne a história, as fábricas, o ciclo de investimento em curso, os modelos previstos e o que a montadora precisa resolver para continuar relevante em um mercado que mudou de dono.

Renault e Geely põem mais R$ 2 bilhões no Paraná e confirmam um Renault eletrificado inédito para 2027
A Renault Geely do Brasil anunciou mais R$ 2 bilhões para o Complexo Ayrton Senna, elevando o ciclo a R$ 5,8 bilhões, e confirmou um veículo Renault altamente eletrificado para 2027 sobre a plataforma GEA da Geely. Veja o que é oficial, o que é apuração sobre o nome Arkana, e por que uma montadora francesa passou a usar arquitetura chinesa para se eletrificar no Brasil.

A GWM já vendeu mais em sete meses do que em todo o ano passado, e é por isso que Aracruz existe
A GWM passou as 48 mil unidades vendidas no Brasil até meados de agosto de 2026, acima das 42,8 mil de todo o ano de 2025. A fábrica de Iracemápolis saiu de 600 para mais de 1.800 funcionários em um ano e já opera em três turnos. Este texto liga os números de venda, a capacidade instalada e o investimento de R$ 4,6 bilhões em Aracruz para mostrar por que a segunda planta virou obrigação e não escolha.

BYD passa a fabricar a bateria Blade em Camaçari e monta um ecossistema que vai além da montadora
O que a BYD está construindo no Brasil além da fábrica de carros: produção local da bateria Blade em Camaçari, plano de recarga ultrarrápida, centro de desenvolvimento no Rio, tecnologia EREV e um investimento de até R$ 500 milhões em sistemas de armazenamento de energia.

GWM confirma segunda fábrica no Brasil, em Aracruz, com 200 mil veículos por ano a partir de 2029
O que foi anunciado sobre a segunda fábrica da GWM no Brasil: o terreno de 1,7 milhão de metros quadrados em Aracruz, no Espírito Santo, a capacidade de 200 mil veículos por ano, o Ora 5 como primeiro modelo, os até 10 mil empregos previstos e o pacote de R$ 10 bilhões da montadora até 2032.

Volkswagen Caminhões investe R$ 300 milhões e entra em vans e furgões com a chinesa SAIC
A Volkswagen Caminhões e Ônibus fechou acordo com a SAIC Motor para entrar no mercado brasileiro de vans e furgões, com investimento de R$ 300 milhões, três configurações, versões a diesel e eletrificadas e rede especializada iniciando em São Paulo. O que muda no segmento hoje dominado por Ducato, Sprinter e Master.

Fiat no Brasil: 50 anos de Betim, 18,4% do mercado e a picape mais vendida do país
Perfil da Fiat no Brasil: a chegada a Minas Gerais nos anos 1970, os cinquenta anos do polo de Betim, os carros que marcaram gerações, o que a marca produz hoje, os números de venda de 2026 segundo a Fenabrave e o plano de investimento da Stellantis até 2030.

Chevrolet no Brasil: um século de fábrica, 10,7% do mercado e R$ 10,5 bilhões até 2028
Perfil completo da Chevrolet no Brasil: a história desde 1925, as fábricas em operação, a linha 2026, a posição no mercado segundo a Fenabrave, o plano de investimento de R$ 10,5 bilhões até 2028 e como está organizada a rede de concessionárias no país.

Renovação de frota: por que a locadora troca em 16 meses e a empresa comum demora anos
As locadoras mantêm idade média de frota de 16,4 meses porque tratam depreciação como custo central. Na frota corporativa comum, o ciclo é mais longo, e o resultado costuma aparecer na revenda.

Concessões rodoviárias em 2026: 13 leilões, 8.500 km e R$ 148 bilhões
O governo federal programou 13 leilões de concessão rodoviária para 2026, somando mais de 8.500 km e R$ 148 bilhões em investimento. O Centro-Oeste concentra a maior extensão, com 3.141 km.

Ferrovias transportam 555 milhões de toneladas e o setor projeta R$ 140 bilhões em investimento
As ferrovias brasileiras transportaram 555,48 milhões de toneladas úteis em 2025, alta de 2,57%. O minério de ferro respondeu por 401,35 milhões dessas toneladas e o agronegócio foi o segmento que mais cresceu.

Chinesas ocupam as fábricas que as montadoras tradicionais deixaram no Brasil
BYD e GWM ocuparam fábricas abandonadas por Ford e Mercedes-Benz no Brasil. Juntas, as duas plantas somam capacidade inicial de 200 mil veículos por ano, com potencial de expansão para 600 mil só em Camaçari.