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Resultados para "indústria"

Volvo vai exportar 1.200 caixas I-Shift de Curitiba para a Índia e usar a capacidade parada da fábrica
A Volvo vai exportar 1.200 transmissões automatizadas I-Shift da fábrica de Curitiba (PR) para a unidade do grupo em Pithampur, na Índia, com embarques que começam agora e seguem até 2027. Segundo a empresa, o contrato aproveita a capacidade instalada da linha brasileira num ano de mercado de caminhões mais fraco. A I-Shift é produzida em Curitiba desde 2011, com mais de 250 mil unidades fabricadas, e a exportação faz parte do ciclo de investimento de R$ 2,5 bilhões da Volvo no Brasil entre 2026 e 2028.

Venda de carros eletrificados cresce 126% até setembro e já é 20% do mercado, diz Anfavea
Os carros eletrificados somaram 434 mil emplacamentos no Brasil de janeiro a setembro de 2026, alta de 126,2% sobre os 192 mil do mesmo período de 2025, segundo a Anfavea. Com isso, a participação de elétricos e híbridos no mercado de leves passou de 10,6% para 20,1%. Os 100% elétricos (BEV) foram 167 mil, alta de 206%; os híbridos plug-in (PHEV), 137 mil; e os híbridos convencionais (HEV), 130 mil. Do total, 262 mil foram importados, 72 mil fabricados no país e 100 mil montados a partir de kits CKD e SKD, modelo que a Anfavea critica por gerar menos emprego e usar menos autopeças nacionais.

Anfavea eleva projeção e Brasil deve vender 3,1 milhões de veículos em 2026, primeira vez desde 2014
A Anfavea revisou para cima as projeções de 2026 e agora espera cerca de 3,1 milhões de veículos emplacados no ano, alta de 15,2% sobre 2025 e o maior volume desde 2014. Em janeiro a previsão era de crescimento de apenas 2,7%. A revisão veio depois de um setembro com 281,4 mil emplacamentos (mais 15,7% sobre setembro de 2025) e 268,3 mil veículos produzidos, o melhor setembro da indústria desde 2014. A produção deve fechar o ano em cerca de 2,82 milhões de unidades, alta de 6,7%. O lado fraco é a exportação, que deve cair 17,7%, sobretudo pela Argentina.

Nova Hilux eletrificada: Toyota aprova US$ 1,3 bilhão em Zárate, de onde sai a picape vendida no Brasil
A Toyota teve aprovado pelo governo argentino, em 30 de setembro de 2026, o ingresso no RIGI de um projeto de US$ 1,341 bilhão (cerca de R$ 6,7 bilhões) para produzir um veículo eletrificado em Zárate, a fábrica que abastece o Brasil com Hilux e SW4. A montadora não nomeou o modelo, mas a imprensa argentina aponta a nona geração da Hilux, com versões híbrida leve e elétrica. O plano prevê exportar 70% da produção e ainda depende de aprovação final da matriz no Japão.

Reciclabilidade veicular: a partir de 2027, carro novo terá de ser 80% reciclável no Brasil
A partir de 1º de janeiro de 2027, todo automóvel e comercial leve (categorias M1 e N1) vendido no Brasil terá de ser construído para que no mínimo 80% da sua massa seja reutilizável ou reciclável e 85% seja reutilizável ou recuperável, pela metodologia ISO 22628. A exigência está no Anexo III do Decreto 12.435/2025, que regulamenta o Programa Mover, e a régua sobe para 85% e 95% em projetos novos lançados a partir de 2027 e para toda a frota nova a partir de 2030. Sem o laudo de reciclabilidade, o fabricante não obtém o código de marca, modelo e versão no Renavam.

Pneus importados já são 70% da reposição no Brasil; venda da indústria nacional cai 13,3% em 2026
De janeiro a agosto de 2026, o Brasil importou 34,2 milhões de pneus, alta de 58,3% sobre o mesmo período de 2025, enquanto as fábricas nacionais venderam 14,6 milhões de unidades para a reposição, queda de 13,3%. Com isso, os importados passaram a ocupar 70% do mercado de reposição, segundo a Anip, a associação dos fabricantes instalados no país. Em 2019 a proporção era a inversa: 66% nacional e 34% importado. A China responde por 81% dos pneus de passeio importados.

CAOA Changan confirma o CS55 produzido em Anápolis e chega ao terceiro modelo nacional
A CAOA Changan confirmou o CS55 como seu terceiro modelo produzido no Brasil, na fábrica de Anápolis, em Goiás. O que a decisão diz sobre a estratégia da marca, como ela se diferencia das chinesas que montam kits importados e o que isso significa para a indústria instalada no Centro-Oeste.

Importados já são um quinto do mercado brasileiro, e mais da metade vem da China
Análise dos dados da Anfavea de agosto de 2026 sobre importação e produção: a participação recorde dos importados, o salto de 109,9% nas compras da China, a queda de 14,8% nas importações da Argentina, o peso de CKD e SKD no crescimento da produção nacional e o alerta de Igor Calvet de que a indústria local não está capturando o crescimento do mercado.

Ford no Brasil: por que a primeira montadora do país fechou as fábricas e virou importadora
Perfil completo da Ford no Brasil: a chegada em 1919, Fordlândia, o Corcel, a Autolatina, a aposta em Camaçari, o anúncio do fim da produção em 2021, os números que explicam a decisão, o destino de cada fábrica e o desempenho atual da marca como importadora, com dados da Fenabrave de agosto de 2026.

Exportação de veículos deve cair 12,8% e a Argentina explica a maior parte
A Anfavea inverteu a projeção de exportações de veículos em 2026, de alta de 1,3% para queda de 12,8%. A retração do mercado argentino é o principal fator por trás da revisão.

Autopeças projetam R$ 272,2 bilhões e convivem com déficit de US$ 15 bilhões
A indústria de autopeças projeta faturamento de R$ 272,2 bilhões em 2026, revisado para baixo. O déficit comercial do setor deve chegar a US$ 15 bilhões, pressionado pelo salto das importações chinesas.

Anfavea eleva projeção de produção para 5,8% e vê venda acima de 3 milhões de veículos
A Anfavea revisou para cima suas projeções de 2026: produção deve crescer 5,8% e vendas, 12,1%. O mercado deve superar 3 milhões de veículos, marca não atingida desde 2014.

Chinesas ocupam as fábricas que as montadoras tradicionais deixaram no Brasil
BYD e GWM ocuparam fábricas abandonadas por Ford e Mercedes-Benz no Brasil. Juntas, as duas plantas somam capacidade inicial de 200 mil veículos por ano, com potencial de expansão para 600 mil só em Camaçari.