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Produção de caminhões sobe 15% em setembro, mas Anfavea prevê queda maior no ano com o fim do Move Brasil
CaminhõesAnálise

Produção de caminhões sobe 15% em setembro, mas Anfavea prevê queda maior no ano com o fim do Move Brasil

A produção de caminhões no Brasil foi de 11,6 mil unidades em setembro de 2026, alta de 15% sobre setembro de 2025, segundo a Anfavea. O resultado mensal, porém, não muda o ano: de janeiro a setembro foram 92,3 mil caminhões produzidos, queda de 6,4%, e 80,9 mil emplacados, queda de 3,8%. A entidade elevou levemente a projeção de emplacamentos de 2026, para 107 mil (queda de 5,7%), mas cortou a de produção para 115,6 mil (queda de 6,8%) e a de exportação para 22,5 mil (queda de 16,6%). Para o presidente da Anfavea, Igor Calvet, setembro foi provavelmente o último mês de alívio do Move Brasil.

09 de out de 20263 min de leitura
Scania no Brasil: a história da fábrica de São Bernardo, a primeira da marca fora da Suécia
EmpresasPerfil

Scania no Brasil: a história da fábrica de São Bernardo, a primeira da marca fora da Suécia

A Scania está no Brasil desde 2 de julho de 1957, quando foi constituída a Scania-Vabis do Brasil, e em 8 de dezembro de 1962 inaugurou em São Bernardo do Campo (SP) sua primeira fábrica fora da Suécia. O complexo de 427 mil m² reúne nove fábricas, tem capacidade para 30 mil veículos por ano e passou de 500 mil caminhões produzidos em 2024. A marca investe R$ 2 bilhões entre 2025 e 2028, vende caminhões a gás e biometano desde 2019 e começou em 2026 a entregar caminhões elétricos no país.

03 de out de 20264 min de leitura
Pneus importados já são 70% da reposição no Brasil; venda da indústria nacional cai 13,3% em 2026
Carros

Pneus importados já são 70% da reposição no Brasil; venda da indústria nacional cai 13,3% em 2026

De janeiro a agosto de 2026, o Brasil importou 34,2 milhões de pneus, alta de 58,3% sobre o mesmo período de 2025, enquanto as fábricas nacionais venderam 14,6 milhões de unidades para a reposição, queda de 13,3%. Com isso, os importados passaram a ocupar 70% do mercado de reposição, segundo a Anip, a associação dos fabricantes instalados no país. Em 2019 a proporção era a inversa: 66% nacional e 34% importado. A China responde por 81% dos pneus de passeio importados.

29 de set de 20262 min de leitura
Nissan: a montadora que fechou sete fábricas no mundo e escolheu manter Resende
EmpresasPerfil

Nissan: a montadora que fechou sete fábricas no mundo e escolheu manter Resende

A Nissan nasceu em dezembro de 1933, em Yokohama, adotando o nome atual em junho de 1934. No Brasil, inaugurou o Complexo Industrial de Resende, no Rio de Janeiro, em abril de 2014, com investimento de R$ 2,6 bilhões, e atingiu 800 mil veículos produzidos em setembro de 2026. A marca emplacou 49.925 unidades de janeiro a agosto de 2026, 2,64% de participação e décima segunda posição, dentro de uma crise global que levou a empresa a um prejuízo de 533,1 bilhões de ienes no ano fiscal encerrado em março de 2026.

28 de set de 20266 min de leitura
Toyota do Brasil: a montadora fechou duas fábricas históricas e apostou R$ 11,5 bilhões em híbrido flex
EmpresasPerfil

Toyota do Brasil: a montadora fechou duas fábricas históricas e apostou R$ 11,5 bilhões em híbrido flex

A Toyota reorganizou toda a sua operação brasileira em três anos: fechou a primeira fábrica que teve fora do Japão, encerrou Indaiatuba, concentrou a montagem em Sorocaba e reconstruiu a planta de motores de Porto Feliz. Este perfil reúne a história, as fábricas, os números do investimento de R$ 11,5 bilhões até 2030 e explica a aposta no motor híbrido flex, feito no Brasil para o Brasil e para exportar.

22 de set de 20264 min de leitura
Volkswagen do Brasil: o perfil da montadora que põe R$ 16 bilhões para se reinventar em São Paulo e no Paraná
EmpresasPerfil

Volkswagen do Brasil: o perfil da montadora que põe R$ 16 bilhões para se reinventar em São Paulo e no Paraná

A Volkswagen chegou ao Brasil em 1953, montou em São Bernardo do Campo a Anchieta, que já produziu mais de 15 milhões de veículos, e abriu em 1965 o primeiro centro de desenvolvimento de veículos fora da Alemanha. Este perfil reúne a história, as fábricas, o ciclo de investimento em curso, os modelos previstos e o que a montadora precisa resolver para continuar relevante em um mercado que mudou de dono.

22 de set de 20263 min de leitura
Lançamentos 2027: o guia dos mais de 30 modelos confirmados para o Brasil, das picapes às três marcas que estreiam
CarrosAnálise

Lançamentos 2027: o guia dos mais de 30 modelos confirmados para o Brasil, das picapes às três marcas que estreiam

Levantamento completo dos lançamentos de veículos previstos para 2027 no Brasil, separando o que as montadoras confirmaram do que é apuração de imprensa. Inclui carros, picapes, comerciais, caminhões, ônibus e motos, o calendário das fábricas chinesas, as três marcas que estreiam no país e o papel do Proconve L8 na eletrificação da linha 2027.

13 de set de 20269 min de leitura
Ford no Brasil: por que a primeira montadora do país fechou as fábricas e virou importadora
EmpresasAnálise

Ford no Brasil: por que a primeira montadora do país fechou as fábricas e virou importadora

Perfil completo da Ford no Brasil: a chegada em 1919, Fordlândia, o Corcel, a Autolatina, a aposta em Camaçari, o anúncio do fim da produção em 2021, os números que explicam a decisão, o destino de cada fábrica e o desempenho atual da marca como importadora, com dados da Fenabrave de agosto de 2026.

09 de set de 20269 min de leitura
Chevrolet no Brasil: um século de fábrica, 10,7% do mercado e R$ 10,5 bilhões até 2028
EmpresasPerfil

Chevrolet no Brasil: um século de fábrica, 10,7% do mercado e R$ 10,5 bilhões até 2028

Perfil completo da Chevrolet no Brasil: a história desde 1925, as fábricas em operação, a linha 2026, a posição no mercado segundo a Fenabrave, o plano de investimento de R$ 10,5 bilhões até 2028 e como está organizada a rede de concessionárias no país.

06 de set de 20266 min de leitura
Chinesas ocupam as fábricas que as montadoras tradicionais deixaram no Brasil
Carros

Chinesas ocupam as fábricas que as montadoras tradicionais deixaram no Brasil

BYD e GWM ocuparam fábricas abandonadas por Ford e Mercedes-Benz no Brasil. Juntas, as duas plantas somam capacidade inicial de 200 mil veículos por ano, com potencial de expansão para 600 mil só em Camaçari.

04 de set de 20262 min de leitura