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Resultados para "vendas"

Vendas de carros caem 5,7% na primeira quinzena de outubro; por dia útil, o mercado ainda cresce
As vendas de carros e comerciais leves somaram 103,2 mil unidades na primeira quinzena de outubro de 2026, queda de 5,7% sobre o mesmo período de 2025 e de 5,8% sobre a primeira metade de setembro, segundo dados do Renavam divulgados pela Bright Consulting em 16 de outubro. A queda vem do calendário: outubro teve um dia útil a menos que em 2025. Na média diária, foram 10,3 mil emplacamentos, 3,8% acima de um ano antes. A venda direta respondeu por 50,4% do total, e as marcas chinesas recuaram de 22,7% para 20,6% de participação.

Scania traz de volta o motor de 11 litros no G430 e quer vender 3 mil caminhões na Fenatran 2026
A Scania apresentou em 15 de outubro o G430, caminhão rodoviário 4x2 e 6x2 com o motor Super de 11 litros, de 430 cv e 2.200 Nm, que segundo a marca consome até 8% menos combustível que a geração anterior. O mesmo motor, na versão de 390 cv, equipa o P390 8x2 e o XT P390 6x4 fora de estrada. A empresa projeta vender ao menos 3 mil caminhões na Fenatran 2026, de 9 a 13 de novembro, no São Paulo Expo, volume igual ao da edição de 2024.

Produção de motos tem o melhor setembro desde 2011, e a Abraciclo eleva a previsão de vendas para 2,35 milhões
A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus chegou a 186.758 unidades em setembro de 2026, alta de 10,4% sobre setembro de 2025 e o melhor resultado para o mês desde 2011, segundo a Abraciclo. No acumulado do ano, a produção soma 1.645.034 motos (+9,9%) e os emplacamentos chegam a 1.783.972 (+10,5%), recorde para nove meses. Com isso, a associação elevou a projeção de vendas de 2026 de 2,30 milhões para 2,35 milhões de unidades e a de produção de 2,07 milhões para 2,1 milhões.

Venda de carros eletrificados cresce 126% até setembro e já é 20% do mercado, diz Anfavea
Os carros eletrificados somaram 434 mil emplacamentos no Brasil de janeiro a setembro de 2026, alta de 126,2% sobre os 192 mil do mesmo período de 2025, segundo a Anfavea. Com isso, a participação de elétricos e híbridos no mercado de leves passou de 10,6% para 20,1%. Os 100% elétricos (BEV) foram 167 mil, alta de 206%; os híbridos plug-in (PHEV), 137 mil; e os híbridos convencionais (HEV), 130 mil. Do total, 262 mil foram importados, 72 mil fabricados no país e 100 mil montados a partir de kits CKD e SKD, modelo que a Anfavea critica por gerar menos emprego e usar menos autopeças nacionais.

Anfavea eleva projeção e Brasil deve vender 3,1 milhões de veículos em 2026, primeira vez desde 2014
A Anfavea revisou para cima as projeções de 2026 e agora espera cerca de 3,1 milhões de veículos emplacados no ano, alta de 15,2% sobre 2025 e o maior volume desde 2014. Em janeiro a previsão era de crescimento de apenas 2,7%. A revisão veio depois de um setembro com 281,4 mil emplacamentos (mais 15,7% sobre setembro de 2025) e 268,3 mil veículos produzidos, o melhor setembro da indústria desde 2014. A produção deve fechar o ano em cerca de 2,82 milhões de unidades, alta de 6,7%. O lado fraco é a exportação, que deve cair 17,7%, sobretudo pela Argentina.

Vendas de carros em setembro de 2026: 265,3 mil unidades e alta de 14,5%, mas o mercado começa a se acomodar
O mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves vendeu 265,3 mil unidades em setembro de 2026, alta de 14,5% sobre as 231,7 mil de setembro de 2025 e de 1,6% sobre agosto, segundo os dados preliminares de emplacamento analisados pela Bright Consulting. A média diária subiu 20%, para 12,6 mil carros por dia útil. No ano, as vendas chegam a cerca de 2,15 milhões, 18,7% acima de 2025. Os eletrificados responderam por 22,9% do mês e as marcas chinesas por 21,4%. A leitura da consultoria é de mercado que se estabiliza, sem nova aceleração.

MG IM6 abre pré-reserva no Brasil: o que a arquitetura de 800 V e as quatro rodas direcionais mudam no SUV elétrico
A MG Motor abriu em 29 de setembro de 2026 a pré-reserva do IM6, SUV cupê elétrico de 4,90 metros da IM Motors, divisão premium do grupo chinês SAIC. A versão bimotor tem 767 cv, 81,7 kgfm, 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e velocidade máxima acima de 300 km/h. O carro usa arquitetura elétrica de 800 volts, que permite recarga mais rápida em carregadores de alta potência, e esterçamento nas quatro rodas. A MG informa cerca de 400 km de autonomia no padrão Inmetro. Preço e versões serão divulgados nos próximos meses, com vendas até o fim de 2026.

O Brasil passou de 1 milhão de carros eletrificados e quase 40% deles foram vendidos só em 2026
O Brasil atingiu a marca de 1 milhão de veículos eletrificados emplacados em 24 de setembro de 2026, segundo a ABVE. De janeiro a agosto de 2026 foram 328.483 unidades, e só em agosto o mercado registrou 57.386 emplacamentos, o que equivale a 21,8% das vendas domésticas do mês. A projeção original da associação para o ano era de 450 mil unidades; no ritmo atual, o total pode passar de 500 mil.

Comparativo de elétricos 2026: treze dos quatorze modelos nunca foram testados pelo Latin NCAP
O segmento de carros 100% elétricos no Brasil em 2026 parte de R$ 118.990, no BYD Dolphin Mini GL, e chega a R$ 339.990, no BYD Sealion 7. A maior autonomia confirmada no ciclo Inmetro é de 413 km, no Geely EX5 Pro. O BYD Dolphin Mini sozinho responde por cerca de 30% das vendas de elétricos do país. E, dos quatorze modelos deste comparativo, apenas um tem resultado publicado pelo Latin NCAP.

Comparativo de SUVs 2026: três modelos empatam em R$ 99.990 e a diferença de segurança entre eles é de cinco estrelas
Três SUVs estão hoje em R$ 99.990 no Brasil: o Renault Kardian Vibe, em preço de tabela, e o Volkswagen Tera MPI e o Fiat Pulse Drive, em campanha. O Volkswagen T-Cross lidera o segmento com 61.932 unidades de janeiro a agosto, apenas 11 à frente do Tera. O T-Cross tem a maior proteção adulta do comparativo, com 92%, enquanto o Citroën Basalt tirou zero estrela no Latin NCAP em teste de outubro de 2025.

SUV e hatch pequeno já são 67% do mercado, e o carro de entrada virou 4,5%
SUVs e hatches pequenos concentram 67,3% das vendas de veículos leves no Brasil nos oito primeiros meses de 2026, segundo a Fenabrave. Os SUVs saltaram de 15% do mercado em 2016 para 46,6% em 2026, cerca de 879 mil unidades. As picapes subiram de 13% para 17%. No caminho oposto, a categoria de carros de entrada caiu de 18% para 4,5%, e o hatch pequeno recuou de 21,7% para 20,8%.

BYD: da fábrica de baterias de Shenzhen à quarta marca mais vendida do Brasil
A BYD foi fundada em 1995, em Shenzhen, por Wang Chuanfu, como fabricante de baterias recarregáveis para eletrônicos, e só entrou no setor automotivo em 2003. No Brasil, emplacou 146.930 veículos de janeiro a agosto de 2026, alta de 118,69%, e ocupa a quarta posição no ranking geral. A fábrica de Camaçari, na Bahia, recebeu R$ 5,5 bilhões e produziu 100 mil veículos em nove meses de operação.

Cadillac volta ao Brasil depois de 70 anos com dois SUVs elétricos de R$ 820 mil e R$ 990 mil
A Cadillac iniciou a pré-venda no Brasil em 15 de setembro de 2026 com o Lyriq por R$ 820 mil e o Vistiq por R$ 990 mil, ambos 100% elétricos, com entregas em novembro e centros de experiência em São Paulo, Curitiba e Brasília. Este texto traz a ficha dos dois modelos e analisa se há espaço para a marca num segmento de luxo que vem caindo e onde a Denza já ocupa a segunda posição.

Chevrolet no Brasil: um século de fábrica, 10,7% do mercado e R$ 10,5 bilhões até 2028
Perfil completo da Chevrolet no Brasil: a história desde 1925, as fábricas em operação, a linha 2026, a posição no mercado segundo a Fenabrave, o plano de investimento de R$ 10,5 bilhões até 2028 e como está organizada a rede de concessionárias no país.

Mercado de reposição encolhe 11,2% mesmo com a frota brasileira crescendo
As vendas de autopeças para o mercado de reposição caíram 11,2% no início de 2026, enquanto as vendas para montadoras subiram 1,9%. O movimento contraria a lógica de uma frota circulante em crescimento.

Anfavea eleva projeção de produção para 5,8% e vê venda acima de 3 milhões de veículos
A Anfavea revisou para cima suas projeções de 2026: produção deve crescer 5,8% e vendas, 12,1%. O mercado deve superar 3 milhões de veículos, marca não atingida desde 2014.

Imposto de importação chega a 35% e os eletrificados continuam crescendo
A tese de que a tributação seguraria a eletrificação no Brasil não se confirmou nos números de agosto. O que mudou foi outra coisa: quem produz aqui passou a levar vantagem.

Emplacamentos crescem 16,87% em agosto e o ano já soma 3,72 milhões de veículos
O crescimento na comparação anual segue forte, mas o mercado parou de acelerar mês a mês; a leitura correta é de estabilização em nível alto, não de perda de fôlego.