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Resultados para "indústria automotiva"

Nova Hilux eletrificada: Toyota aprova US$ 1,3 bilhão em Zárate, de onde sai a picape vendida no Brasil
A Toyota teve aprovado pelo governo argentino, em 30 de setembro de 2026, o ingresso no RIGI de um projeto de US$ 1,341 bilhão (cerca de R$ 6,7 bilhões) para produzir um veículo eletrificado em Zárate, a fábrica que abastece o Brasil com Hilux e SW4. A montadora não nomeou o modelo, mas a imprensa argentina aponta a nona geração da Hilux, com versões híbrida leve e elétrica. O plano prevê exportar 70% da produção e ainda depende de aprovação final da matriz no Japão.

Reciclabilidade veicular: a partir de 2027, carro novo terá de ser 80% reciclável no Brasil
A partir de 1º de janeiro de 2027, todo automóvel e comercial leve (categorias M1 e N1) vendido no Brasil terá de ser construído para que no mínimo 80% da sua massa seja reutilizável ou reciclável e 85% seja reutilizável ou recuperável, pela metodologia ISO 22628. A exigência está no Anexo III do Decreto 12.435/2025, que regulamenta o Programa Mover, e a régua sobe para 85% e 95% em projetos novos lançados a partir de 2027 e para toda a frota nova a partir de 2030. Sem o laudo de reciclabilidade, o fabricante não obtém o código de marca, modelo e versão no Renavam.

CAOA Changan confirma o CS55 produzido em Anápolis e chega ao terceiro modelo nacional
A CAOA Changan confirmou o CS55 como seu terceiro modelo produzido no Brasil, na fábrica de Anápolis, em Goiás. O que a decisão diz sobre a estratégia da marca, como ela se diferencia das chinesas que montam kits importados e o que isso significa para a indústria instalada no Centro-Oeste.

Ford no Brasil: por que a primeira montadora do país fechou as fábricas e virou importadora
Perfil completo da Ford no Brasil: a chegada em 1919, Fordlândia, o Corcel, a Autolatina, a aposta em Camaçari, o anúncio do fim da produção em 2021, os números que explicam a decisão, o destino de cada fábrica e o desempenho atual da marca como importadora, com dados da Fenabrave de agosto de 2026.

Chinesas ocupam as fábricas que as montadoras tradicionais deixaram no Brasil
BYD e GWM ocuparam fábricas abandonadas por Ford e Mercedes-Benz no Brasil. Juntas, as duas plantas somam capacidade inicial de 200 mil veículos por ano, com potencial de expansão para 600 mil só em Camaçari.