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Resultados para "depreciação"

Custo total em cinco anos: em quantos quilômetros o elétrico paga a diferença de preço
Comparando um BYD Dolphin Mini GS, a R$ 119.990, com um Volkswagen Polo Track, a R$ 96.690, a diferença de preço é de R$ 23.300. A economia de energia e de revisões devolve cerca de R$ 27.200 em 60.000 quilômetros, o que faz o elétrico empatar por volta dos 51.300 quilômetros. Se o seguro do elétrico custar R$ 2.000 por ano a mais, como aconteceu em cotações medidas em agosto de 2026, o ponto de equilíbrio se desloca para cerca de 82.900 quilômetros, acima do que a maioria roda em cinco anos.

Valor de revenda 2026: Sprinter perde só 5,7% em três anos e Scania vence seis categorias de caminhões
O Mercedes-Benz Sprinter Chassi 417 foi o veículo comercial que menos desvalorizou no Brasil em 2026: perdeu 5,7% do valor em três anos, segundo o Selo Maior Valor de Revenda da Agência AutoInforme, divulgado em 25 de setembro. Entre os caminhões, o campeão geral foi o Sprinter Chassi 517, com 10,3%, e a Scania venceu seis das doze categorias. Os elétricos ainda lideram a depreciação: a Fiat E-Scudo perdeu 42,1% e o Foton iBlue EV, 28,3%.

O elétrico de frota vai testar a conta que ninguém sabe fazer no Brasil: quanto ele vale depois
Frota eletrificada resolve o custo por quilômetro e trava em outro lugar, o valor residual. Esta análise explica como a depreciação derrubou a aposta da Hertz nos Estados Unidos, por que o caso brasileiro tem diferenças concretas a favor, o que a falta de um laudo de saúde de bateria faz com o preço e como o gestor deve tratar o residual antes de assinar um contrato de 24 meses.

Renovação de frota: por que a locadora troca em 16 meses e a empresa comum demora anos
As locadoras mantêm idade média de frota de 16,4 meses porque tratam depreciação como custo central. Na frota corporativa comum, o ciclo é mais longo, e o resultado costuma aparecer na revenda.

Custo por quilômetro: como calcular o CPK da frota sem enganar a própria planilha
O custo por quilômetro reúne custo fixo e variável dividido pela quilometragem rodada. O erro mais comum é deixar depreciação e custo de capital fora da conta, o que faz a frota parecer mais barata do que é.